O Centro de Integridade Pública (CIP) tomou conhecimento da decisão do Tribunal Administrativo de recusar o visto ao contrato celebrado entre o Instituto de Algodão e Oleaginosas de Moçambique (IAOM) e a empresa Future Technology of Mozambique, por vícios no procedimento de adjudicação e por indícios de infracções criminais e financeiras.
O CIP aprecia a rapidez e a seriedade com que o Tribunal Administrativo tratou deste assunto, bem como o papel que o Gabinete Central de Combate à Corrupção teve na abertura de um processo-crime pelos indícios de crime existentes no negócio. O CIP entende que decisões como estas são determinantes para a restauração da confiança pública nas instituições de justiça em particular e nas instituições do Estado, sobretudo quando a reacção envolve pessoas politicamente expostas.




