A sustentabilidade da dívida pública constitui um dos pilares centrais para a estabilidade macroeconómica e para uma gestão prudente das finanças públicas. Em Moçambique, a trajectória do endividamento público tem sido marcada por um crescimento acentuado, sobretudo a partir de 2013/2014, quando foram contratadas as chamadas “dívidas ocultas”. A revelação destas dívidas, em 2016, desencadeou uma profunda crise de confiança por parte dos credores internacionais e dos parceiros de cooperação, afectando gravemente a classificação de risco soberano do país e comprometendo a credibilidade das suas instituições fiscais.
A componente implementada pelo CIP tem como objectivo monitorar as políticas públicas e influenciar, com base em evidências, as prioridades orçamentais de médio e longo prazo, bem como impulsionar uma melhoria da gestão das finanças públicas, promovendo a transparência, a responsabilização e o engajamento dos cidadãos na discussão sobre a dívida pública.
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