O mercado de carbono surgiu a partir da criação da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC, em inglês), durante a ECO-92, no Rio de Janeiro. Os créditos de carbono são autorizações para que empresas ou países emitam gases de efeito estufa até um limite específico. Estes créditos de carbono têm valor económico: quem emite mais deve comprar créditos, enquanto quem emite menos pode vender as suas licenças excedentes.
Moçambique tem sido pioneiro na geração de créditos de carbono pela protecção das suas florestas. Foi o primeiro País a receber pagamentos do Fundo de Parceria para o Carbono Florestal (FCPF), do Banco Mundial, em 2021, por ter reduzido 1,28 MtCO2 e de emissões de um projeto REDD+, na província da Zambézia.




