O desflorestamento em Moçambique constitui um dos principais desafios ambientais. É resultante de uma combinação de factores, como a expansão da agricultura extensiva, a produção de carvão vegetal, a exploração ilegal de madeira, o crescimento populacional e a pobreza rural. Estima-se que o desflorestamento seja responsável por cerca de 43% das emissões de CO2 no país, facto que o posiciona no centro da agenda climática do país.
Em resposta a esta realidade, o Governo de Moçambique adoptou a Estratégia Nacional REDD+, procurando alinhar os compromissos internacionais de mitigação com mecanismos de financiamento baseados em resultados. . neste quadro que surge o Programa Integrado de Gestão da Paisagem da Zambézia (ZILMP), aprovado em 2018, com financiamento do Grupo Banco Mundial através do Forest Carbon Partnership Facility (FCPF), e operacionalizado mediante um Acordo de Pagamento por Redução de Emissões (ERPA), assinado em 2019.




